Archive for February, 2007

DDA

Monday, February 26th, 2007

Hoje eu fui na Casa & Vídeo comprar uma cadeira nova e saí de lá com 2 calcinhas. Eu sou uma pessoa que sabe o que quer.

O meu carnaval

Monday, February 26th, 2007

O meu carnaval teve pouco samba, pouco axé e muita mistura de músicas.
O meu carnaval teve cerveja, cachaça e prosseco.
O meu carnaval teve Jr e Gabi cozinhando e Júlio lavando louça.
O meu carnaval teve amiga de infância e amigas blogueiras.
O meu carnaval teve cariocas, paulistas e uma mineirinha.
O meu carnaval teve porcaritos, chocolates e frutinhas.
O meu carnaval teve nadão à noite, tour pela cidade e passeio ao cemitério.
O meu carnaval teve peixe, lula e camarão.
O meu carnaval teve Imagem & Ação, Perfil, Copas e Mau-Mau.
O meu carnaval teve mt riso, fofocas e ataques de besteira.
O meu carnaval teve Tarituba, Paraty, Almada e São Paulo.
O meu carvaval teve mimimi, declarações e mt carinho.
O meu carnaval foi bom pra caraleo! :)

 

Ades Melancia

Wednesday, February 7th, 2007

A cor é BI-ZA-RRA. O cheiro é estranho.
Depois da primeira impressão traumática, até que o gosto não é dos piores.
Dica: Beba de olhos fechados e deixa pra cheirar depois.
(mais alguém aqui tem mania de cheirar tudo, ou só eu??)

Herança genética

Friday, February 2nd, 2007

Se vivo, meu avô paterno faria 100 anos no próximo sábado. Estou indo para Taubaté hoje, vai rolar uma missa e um almoço com a família lá. Tem gente que não gosta de família, eu não sou uma dessas pessoas. Minha família é enorme, só de parte de pai são 4 tios, 16 primos de primeiro grau e 23 de segundo, fora os primos e tios agregados. Tenho ótimas lembranças de Natais na fazenda, partidas de CanCan (MauMau ou Uno) com mais de 15 pessoas. Bagunça com os primos mais velhos, depois com os mais novos. Eu sou tipo um elo perdido na família, transito livremente entre todas as gerações. Adoro ouvir as histórias dos tios, mesmo que pela centésima vez, adoro ensinar besteiras pros que estão chegando agora.

Mas esse post é sobre meu avô.

Ele chamava Aurélio, que nem o dicionário, talvez por isso soubesse tantas coisas, sobre tantos assuntos diferentes. Foi jornalista, professor, engenheiro agrônomo, reitor, fazendeiro. Falava sobre cachorros e cavalos com a mesma elegância que contava uma piada. Uma vez, quando eu tinha uns 4 anos, ele estava trabalhando em sua oficina (mecânica era outra de suas paixões) e eu, abusada como sempre, fui perguntar para que servia uma chave de sei lá o quê. Ele me deu uma explicação demorada e detalhada. Meu pai viu a cena e o interrompeu:
“Papai, a Mônica só tem 4 anos, ela nem está mais prestando atenção”.
E Aurélio respondeu: “Está sim, ela me perguntou, então merece uma resposta. Isso vai ficar guardado e um dia ela vai se lembrar”. Ok. Não me lembro da chave exata daquele dia, mas acho q entendo de ferramentas mais que muito marmanjo por aí. Esse era o modo dele demonstrar afeto, era sua maneira única de dizer “eu me importo e por isso vou dividir tudo o que sei com você”. Como neta mais nova, tive a sorte de encontrar o “velho” numa fase mais light, amaciado pelo tempo. Pude aproveitar mais seu lado irônico, debochado, descontraído.
Passeávamos pela fazenda enquanto ele, discretamente, me ensinava sobre agricultura, cavalos, cachorros e sobre a vida. As melhores lições de vida são aquelas onde você nem percebe que está aprendendo.
Herdei dele a paixão pelos animais de grande porte - e a falta de nojo em relação aos considerados asquerosos -, pela física,  a mania de cortar o queijo sempre certinho, de explicar tudo nos mínimos detalhes e de querer tudo simétrico, medido e calculado.

Às vezes, minha mãe me chama de Aurelinha, e eu considero isso um puta d’um elogio.

argh

Thursday, February 1st, 2007

Eu odeio pimentão com todas as minhas forças. E muitas das minhas amigAs também.
MAS, reparei que os homens geralmente gostam dessa coisa que não deveria ser considerado alimento. Será que é uma questão de genética? Guerra dos sexos?
Please, respondam nos comentários o seu sexo e se vc gosta ou não de pimentão /heh.

Relaxa que encaixa

Thursday, February 1st, 2007

Sabe aquela história de que tudo acontece por uma razão?
Pois é, a cada dia que passa eu acredito mais nisso. Mesmo que no momento que aconteça a gente não entenda, ou não concorde. Claro que eu tô me referindo a algum acontecimento ruim, pq quando é bom, a gente tá pouco se importando com porquês, causas ou conseqüências.

Sabe aquela festa que vc não foi pq perdeu a carona?
Então, foi uma merda.
E aquela viagem que vc deixou de ir pq seu gato ficou doente?
Choveu o tempo todo.
O namorado lindo que te deu um pé na bunda?
Engordou 40 quilos.
O emprego que era pra ser seu, mas a gostosona vadia roubou a vaga?
A empresa faliu logo depois.

Moral da história? Paciência. Senta e espera, logo, logo vc vai entender o porquê de algumas coisas acontecerem, ou não.